Bem esse é o meu primeiro post, começarei com algo que considero leve e por ser meu início, também é algo bem simples, mas que adorei escrever.
Trata-se da criação de um personagem para um RPG que jogarei com amigos, então pode esperar muita viagem nerd...Bazinga!
Valeu a atenção!!
Marco Owen - O Bardo
Existem inúmeros heróis pelo vasto mundo, pessoas corajosas que carregam espadas e outras armas diretamente agressivas, essas pessoas geram várias histórias e suas aventuras são fantásticas. Porém dessa vez não iremos citar os grandes cavalheiros e magos valentes, e sim, um simples artista em busca das mais fabulosas aventuras que ainda não foram documentadas, até agora...
Marcus Owen (12), um jovem que não apresentava ter nenhum problema em sua vida, sua família era feliz e saudável, não eram ricos mas conseguiam manter uma alimentação decente, era o irmão mais velho de Marina Owen(08), por isso sempre era visto cuidando de sua pequena irmã e levava ela para brincar na lagoa nas proximidades do vilarejo. Era sua rotinha no fim da tarde ver sua irmã brincar na água enquanto desenhava a felicidade da menina, já tinha inúmeros desenhos do doce sorriso de Marina, e isso o fazia praticar o deixando realmente muito bom nas artes, tanto que conseguia até alguns trocados para seus pais usando seus traços. Ele não era mesmo um grande lutador, suas mãos não eram firmes o bastante para empunhar uma espada de duas mãos, porém não existia um campo na arte que ele não se destacava. Em um desses fatídicos dias, Marcus em sua rotina cuidando da irmã avista uma carruagem de confinamento onde uma garota estava presa, e não era uma garota qualquer, era ela a mais bela que ele já havia colocado os olhos em toda a sua vida, ela desbancava qualquer menina do vilarejo onde ele morava. Ela tinha os cabelos escuros mesmo na luz do sol se podia ver o leve tom azulado de suas mechas, sua pele era branca, tão branca que ele conseguia ver os pequenos riscos das veias dela. Os olhos pareciam duas esmeraldas com o tom forte o suficiente para ser impossível imaginar, os lábios naturalmente rosados e macios. Essa tal garota mesmo sendo tão linda estava presa, suja e logicamente triste. Sua aparência mesmo sendo jovial e tendo o corpo de uma ninfa, se podia notar que não era tão mais velha que Marcus. Este tão maravilhado com a beleza que via, conseguiu desenhar perfeitamente os traços dela, mesmo trocando olhares com ela por poucos segundos, foi o bastante para que sua mente registrasse todas as características dela, até mesmo sua roupa de dançarina. Tudo realmente começa quando Marcus com curiosidade se aproxima da estrada onde a carruagem já havia passado e se distanciado, pretendia olhar para sua beldade enquanto o carro puxado por um mercenário e dois fortes cavalos se afastava pouco a pouco, mas não foi só isso o que conseguiu ver, naquele caminho estava jogado uma pequena maleta com forma diferente, o jeito que estava jogada e a fumaça recém formada indicava que a menina havia jogado tal objeto na esperança de nosso herói encontra, E então começar sua jornada.
Anos depois daquele dia, Marcus agora crescido ( 17) já era um artista. Seus desenhos já são famosos em seu vilarejo e nas cidades mais próximas, seu talento com a pintura garantiu uma boa condição financeira para seus pais e sua irmã. Mas não se destacava apenas com seus desenhos, Marcus havia se tornado um músico bem experiente. Dentro daquela maleta havia um bandolim, um instrumento de corda com algumas inscrições em seus braços, também se encontrava algumas anotações sobre música e outros papéis com algumas anotações arcanas sobre as músicas e seus efeitos especiais. Graças a um intelecto especial para as artes ele pode se desenvolver nessa área.
Agora já crescido o jovem só tinha uma coisa em mente, como um herói romântico ele iria atrás de sua amada, a menina que nunca saiu de sua cabeça, não tinha pistas nem nada, iria apenas caminhar pelo mundo e procurar por pistas.
A despedida com sua família foi difícil, principalmente na hora de se despedir da pequena Marina, que só se convenceu em deixar ele ir se ele prometesse escrever sobre todas as aventuras em um diário e um dia voltar para entregar a ela; Claro que não iria se negar a um pedido tão simples de sua amada irmã. Sua despedida com os amigos foi também difícil, nunca antes tinha visto Helena(18), Sua amiga de infância descendente de uma família de cavaleiros, chorar como uma garotinha indefesa, só podia se lembrar de como ela era uma ótima lutadora, foi com quem aprendeu alguns princípios com espadas curtas.
E assim o herói começou sua viagem, tendo um chapéu para tampar seus cabelos escuros e curtos, protegia também os olhos igualmente escuros. Uma blusa branca simples; Sua mochila em que carregava suas anotações, no bolso externo ele tinha a pasta com os desenhos que havia feito da irmã, sua musa e alguns outros com pouca importância; Carregava o bandolim que pendia em suas costas, uma espada curta simples presente de sua amiga Helena, calça escura, botas e uma capa verde para proteger do frio... Alguns meses depois de sua partida, ele entrou em contato com um homem estranho, homem de meia idade que se apresentou como Kraig, era careca e suas vestes além de escuras eram também pesadas, possuía um cavanhaque ruivo e os olhos cinzas. Ele que ficou muito interessado nos desenhos queria de qualquer forma comprar, mas Marcus não iria vender de forma alguma, pela quantia em dinheiro que oferecia ele deveria ser um nobre bem rico, mesmo depois do homem tanto insistir e ainda parecer irritado em ser contrariado. Foi naquela mesma noite que caído de sono os desenhos foram roubados de seu autor...
O desespero tomou conta de Marcus, sua aventura estava totalmente arruinada, mesmo depois de meses que saiu ele não tinha pista nenhuma de sua dançarina, seus desenhos foram roubados e ele não tinha muita coisa interessante anotada em seu diário para mostrar para sua irmã. Foi quando ouviu em uma taverna sobre o desenho de uma dançarina que amaldiçoou as pessoas que compraram um único desenho com a assinatura de Owen. Não perdeu tempo e partiu para o local dos boatos e ao chegar se deparou com uma cena horrível, uma família inteira morta, suas almas parecia ter sido arrancadas pelos olhos, pois esses perderam as cores naturais. Perturbado e com um senso de dever estourando seus pensamentos, ele teria mais um dever. Resgatar seus desenhos que poderiam estar espalhados por todo o mundo, encontrar a razão daquela maldição terrível e acabar com esse pesadelo.
Felizmente ele teria muito a contar para sua irmã, porém acreditava que seria muito difícil conseguir tudo isso apenas viajando sozinho.
Marcus Owen (12), um jovem que não apresentava ter nenhum problema em sua vida, sua família era feliz e saudável, não eram ricos mas conseguiam manter uma alimentação decente, era o irmão mais velho de Marina Owen(08), por isso sempre era visto cuidando de sua pequena irmã e levava ela para brincar na lagoa nas proximidades do vilarejo. Era sua rotinha no fim da tarde ver sua irmã brincar na água enquanto desenhava a felicidade da menina, já tinha inúmeros desenhos do doce sorriso de Marina, e isso o fazia praticar o deixando realmente muito bom nas artes, tanto que conseguia até alguns trocados para seus pais usando seus traços. Ele não era mesmo um grande lutador, suas mãos não eram firmes o bastante para empunhar uma espada de duas mãos, porém não existia um campo na arte que ele não se destacava. Em um desses fatídicos dias, Marcus em sua rotina cuidando da irmã avista uma carruagem de confinamento onde uma garota estava presa, e não era uma garota qualquer, era ela a mais bela que ele já havia colocado os olhos em toda a sua vida, ela desbancava qualquer menina do vilarejo onde ele morava. Ela tinha os cabelos escuros mesmo na luz do sol se podia ver o leve tom azulado de suas mechas, sua pele era branca, tão branca que ele conseguia ver os pequenos riscos das veias dela. Os olhos pareciam duas esmeraldas com o tom forte o suficiente para ser impossível imaginar, os lábios naturalmente rosados e macios. Essa tal garota mesmo sendo tão linda estava presa, suja e logicamente triste. Sua aparência mesmo sendo jovial e tendo o corpo de uma ninfa, se podia notar que não era tão mais velha que Marcus. Este tão maravilhado com a beleza que via, conseguiu desenhar perfeitamente os traços dela, mesmo trocando olhares com ela por poucos segundos, foi o bastante para que sua mente registrasse todas as características dela, até mesmo sua roupa de dançarina. Tudo realmente começa quando Marcus com curiosidade se aproxima da estrada onde a carruagem já havia passado e se distanciado, pretendia olhar para sua beldade enquanto o carro puxado por um mercenário e dois fortes cavalos se afastava pouco a pouco, mas não foi só isso o que conseguiu ver, naquele caminho estava jogado uma pequena maleta com forma diferente, o jeito que estava jogada e a fumaça recém formada indicava que a menina havia jogado tal objeto na esperança de nosso herói encontra, E então começar sua jornada.
Anos depois daquele dia, Marcus agora crescido ( 17) já era um artista. Seus desenhos já são famosos em seu vilarejo e nas cidades mais próximas, seu talento com a pintura garantiu uma boa condição financeira para seus pais e sua irmã. Mas não se destacava apenas com seus desenhos, Marcus havia se tornado um músico bem experiente. Dentro daquela maleta havia um bandolim, um instrumento de corda com algumas inscrições em seus braços, também se encontrava algumas anotações sobre música e outros papéis com algumas anotações arcanas sobre as músicas e seus efeitos especiais. Graças a um intelecto especial para as artes ele pode se desenvolver nessa área.
Agora já crescido o jovem só tinha uma coisa em mente, como um herói romântico ele iria atrás de sua amada, a menina que nunca saiu de sua cabeça, não tinha pistas nem nada, iria apenas caminhar pelo mundo e procurar por pistas.
A despedida com sua família foi difícil, principalmente na hora de se despedir da pequena Marina, que só se convenceu em deixar ele ir se ele prometesse escrever sobre todas as aventuras em um diário e um dia voltar para entregar a ela; Claro que não iria se negar a um pedido tão simples de sua amada irmã. Sua despedida com os amigos foi também difícil, nunca antes tinha visto Helena(18), Sua amiga de infância descendente de uma família de cavaleiros, chorar como uma garotinha indefesa, só podia se lembrar de como ela era uma ótima lutadora, foi com quem aprendeu alguns princípios com espadas curtas.
E assim o herói começou sua viagem, tendo um chapéu para tampar seus cabelos escuros e curtos, protegia também os olhos igualmente escuros. Uma blusa branca simples; Sua mochila em que carregava suas anotações, no bolso externo ele tinha a pasta com os desenhos que havia feito da irmã, sua musa e alguns outros com pouca importância; Carregava o bandolim que pendia em suas costas, uma espada curta simples presente de sua amiga Helena, calça escura, botas e uma capa verde para proteger do frio... Alguns meses depois de sua partida, ele entrou em contato com um homem estranho, homem de meia idade que se apresentou como Kraig, era careca e suas vestes além de escuras eram também pesadas, possuía um cavanhaque ruivo e os olhos cinzas. Ele que ficou muito interessado nos desenhos queria de qualquer forma comprar, mas Marcus não iria vender de forma alguma, pela quantia em dinheiro que oferecia ele deveria ser um nobre bem rico, mesmo depois do homem tanto insistir e ainda parecer irritado em ser contrariado. Foi naquela mesma noite que caído de sono os desenhos foram roubados de seu autor...
O desespero tomou conta de Marcus, sua aventura estava totalmente arruinada, mesmo depois de meses que saiu ele não tinha pista nenhuma de sua dançarina, seus desenhos foram roubados e ele não tinha muita coisa interessante anotada em seu diário para mostrar para sua irmã. Foi quando ouviu em uma taverna sobre o desenho de uma dançarina que amaldiçoou as pessoas que compraram um único desenho com a assinatura de Owen. Não perdeu tempo e partiu para o local dos boatos e ao chegar se deparou com uma cena horrível, uma família inteira morta, suas almas parecia ter sido arrancadas pelos olhos, pois esses perderam as cores naturais. Perturbado e com um senso de dever estourando seus pensamentos, ele teria mais um dever. Resgatar seus desenhos que poderiam estar espalhados por todo o mundo, encontrar a razão daquela maldição terrível e acabar com esse pesadelo.
Felizmente ele teria muito a contar para sua irmã, porém acreditava que seria muito difícil conseguir tudo isso apenas viajando sozinho.
Fim
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